segunda-feira, 12 de abril de 2010

PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO DA CIDADE DE ALVINOPOLIS-MG ADEREM AO MOVIMENTO DE GREVE.

Há mais de 20 anos não acontece uma greve dos professores estaduais por aqui. É necessário que os pais, alunos, a população compreendam, que é fundamental que todos apoiem o movimento.

Minas Gerais tem o 8º pior salário da categoria em todo o país, consequentemente, os professores e profissionais da educação, não terão condições de aperfeiçoar os seus conhecimentos e assim repassar aos alunos.

Outra condição fundamental para uma boa educação, é a participação da sociedade, colaborando e participando do dia-a-dia escolar, educando os filhos e transmitindo valores essenciais.

Nos tempos modernos, ficou difícil para o professor assumir tantas responsabilidades. Muitas vezes, virou caso de polícia. Não é raro, brigas, professores sendo agradidos verbalmente e até fisicamente.

O Governo deve se sensibilizar e oferecer melhores condições de trabalho à categoria.

Obs: Este comentario foi publicado no site www.alvinews.com.br por um grevista não identificado. Entretanto em solidariedade ao movimento dos profissionais da educação da cidade de Alvinópolis -MG , este blog editou o comentario na integra.
Finalizando e em respeito ao direito de greve, este blog disponibiliza a qualquer o momento a ampla divulgação da categoria neste espaço e no mural de recados sem restrições.

Abraços e luta deve continuar.

Editado por: Adão Maximo Trindade
Graduando em Pedagogia


TRABALHADORES(as) EDUCAÇÃO ENTRAM EM GREVE POR TEMPO INDETERMINADO


Trabalhadores/as da educação entram em greve por tempo indeterminado

A decisão foi tirada hoje (08.04) durante assembléia da categoria realizada no pátio da Assembléia Legislativa em Belo Horizonte/MG.
A atividade coordenada pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) contou com grande participação dos trabalhadores/as em educação que, no período da manhã, se reuniram no auditório da Faculdade de Ciências Médicas da UFMG.A principal reivindicação dos servidores/as é a implementação do Piso Salarial Profissional Nacional de R$1.312,00 (valor atual). Segundo a direção do Sindicato, o reajuste salarial de 10% anunciado pelo Governador Aécio não modifica os salários recebidos pelos profissionais da educação. “Ao contrário do que foi divulgado pelo Governador, atualmente temos um teto salarial e não piso salarial. O valor de R$935,00 corresponde ao total da remuneração, ou seja, a um teto salarial. Minas Gerais tem o 8º pior salário do país. Esta situação é vergonhosa”, diz a coordenadora geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira. Após a assembléia, os trabalhadores seguem em passeata rumo à Praça Sete, onde a manifestação será encerrada.

Assessoria de Imprensa: Eficaz Comunicação (31) 30476122
Editado por: Adão Maximo Trindade

domingo, 11 de abril de 2010

Lidando com a síndrome da Hiperatividade e Déficit de Atenção

A hiperatividade e o déficit de atenção se apresentam em aproximadamente 5% das crianças de idade escolar, acometendo mais meninos do que meninas. Nesta fase, os sintomas de hiperatividade se sobressaem aos de déficit de atenção.

Indivíduos que apresentam de forma mais acentuada os sintomas de déficit de atenção tendem a ser desatentos, dispersos e com pouca concentração. Já os com hiperatividade, apesar de possuírem desempenho satisfatório, não conseguem ficar quietos, podendo atrapalhar a dinâmica da sala de aula.

Assim, tanto em um caso quanto em outro, o portador corre risco de não ter um desenvolvimento no aprendizado satisfatório e, ainda, de ser rejeitado pelos colegas. Diante destes fatos, fica claro a importância de se conhecer mais a respeito desta síndrome e também sobre ações a serem utilizadas para com seus portadores, em sala de aula. O texto em questão tem este propósito.

Primeiramente, nem toda criança desatenta e/ou muito agitada é, de fato, hiperativa e, desta forma, cabe ao professor comunicar aos pais a presença de determinados comportamentos, a fim de que estes busquem auxílio médico, a fim de se diagnosticar (ou não) a síndrome. Em muitos casos, estes podem ter outras causas, como a morte de um ente querido e problemas familiares.

Erros por descuido, desatenção, não conclusão de tarefas, dificuldades em organizar atividades e se manter em silêncio, facilidade de distração por estímulos externos, perda de materiais necessários para determinada atividade, agitação e, em muitos casos, impulsividade; tanto em atividades consideradas “chatas” quanto nas mais prazerosas; podem indicá-la.

Com um diagnóstico confirmado, é necessário o trabalho em conjunto de pais e professores. Este último poderá adotar algumas medidas:

- organizar a fileira em forma de “U”, para ter uma visão geral da sala (e do aluno);
- buscar um contato mais próximo com ele (se necessário, colocar este sentado próximo à sua mesa, acompanhando seu desenvolvimento);
- fazer um roteiro da aula, deixando claro a todos os alunos o que deve ser cumprido;
- observar a maneira com que este aluno aprende de forma mais satisfatória e se utilizar deste método;
- planejar aulas mais estimulantes;
- desenvolver atividades em conjunto com outros professores;
- delegar tarefas e responsabilidades compatíveis com sua idade;
- no caso do hiperativo, permitir com que saia da sala algumas vezes (para pegar giz, entregar um recado a outro professor, etc.), a fim de que se sinta valorizado, e também não saia da sala por conta própria; e dar pouca importância às infrações leves e ser firme e rígido em infrações graves;
- propor atividades diferenciadas quando necessário (como questões curtas, de múltipla escolha, ou com auxílio de imagens e esquemas);
- estimular que este se relacione com outros colegas;
- não permitir comentários maldosos nem comportamento excludente por parte dos colegas.

Pode ser interessante que pais e professores tenham contato diário, por meio de um caderno de recados específico para tal.

Fonte: Brasil escola

Editado por: Adão Maximo Trindade

Graduando em Pedagogia

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Como Identificar a Depressão em Crianças

Segundo especialistas, a depressão, que antes parecia um mal somente entre os adultos, tem afetado cerca de 2% das crianças do mundo.

Assim como ocorre sentimentos de tristeza e desapontamento em adultos, as crianças não estão isentas de senti-los. Mas quando esses sentimentos prolongam-se e comprometem a vida da criança é importante que os pais fiquem atentos.

Ainda não se tem conhecimento das causas da depressão em crianças, mas sabe-se que a mesma pode ser manifesta a partir de situações como problemas na escola, separação dos pais, morte de uma pessoa querida ou animal de estimação.

Diferentemente dos adultos que se queixam de sentimentos de tristeza e falta de esperança quando manifestam a depressão, as crianças apresentam quadros caracterizados por irritabilidade, alterações repentinas do humor e comportamento provocativo. Sintomas esses que podem ser confundidos com birra ou falta de educação, mau humor, tristeza e agressividade.

Muitas crianças não sabem que estão deprimidas, então ao invés de verbalizarem seus sentimentos, passam a atuar de acordo com esses, o que poderá ser percebido como desobediência. Por isso, observe alguns sintomas que são comuns na depressão infantil:

• Angústia;
• Pessimismo;
• Irritabilidade, agressividade;
• Apatia;
• Isolamento Social;
• Falta de atenção;
• Insônia ou sono excessivo;
• Baixa auto-estima;
• Perda de interesse por coisas que antes gostava de fazer;
• Sentimento de cansaço e tédio em grande parte do tempo;
• Comportamentos destrutivos, voltados contra brinquedos ou outros objetos;
• Perda ou amento excessivo do apetite;
• Sentimentos de culpa.

Por Patrícia Lopes / Equipe Brasil Escola

Editado por: Adão Maximo Trindade

Graduando em Pedagogia UFOP/MG