segunda-feira, 19 de julho de 2010

Helio Costa é o governador de Minas gerais no 1º turno.

16h54 - 19/07/2010

MG: Hélio Costa (PMDB) 43,4% x 21,5% Anastasia (PSDB)

Serra (PSDB) e Dilma (PT) estão tecnicamente empatados em Minas, diz Sensus

Segundo o Instituto Sensus, Hélio Costa (PMDB) tem 43,4% das intenções de voto para governador de Minas. O atual governador, Antonio Anastasia, tem 21,5%. Esse resultado indica que Costa pode vencer a eleição no 1° turno.

A pesquisa Sensus foi feita de 8 a 11.jul.2010. Também mostra que Vanessa Portugal (PSTU) e José Fernando (PV) têm 2,3% cada. Brancos, nulos e indecisos são 28,1%.

A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais (para mais ou para menos). A pesquisa está registrada no TRE-MG com o n° 48064/2010.

Com relação à última pesquisa Sensus sobre a eleição mineira (feita em 10 e 11.jun.2010), registra-se as seguintes mudanças: Hélio Costa caiu 6,2 pontos percentuais (era preferido por 49,5% dos eleitores e passou a 43,3%); Anastasia tinha 20,7% e foi para 21,5%, oscilando 0,8 ponto para cima, dentro da margem de erro (ou seja: não cresceu, nem diminuiu).

Aqui, quadro com pesquisas de diversos institutos sobre a eleição em Minas Gerais.

Presidente
O Sensus indica empate técnico: José Serra (PSDB) tem 35,5%; Dilma Rousseff (PT) tem 34%. Estão separados por 1,5 ponto percentual, menos que os 2,5 pontos da margem de erro, por isso ocorre o empate. Marina Silva (PV) tem 9,2%. Brancos, nulos e indecisos são 19,7%.

Minas tem 10,72% dos eleitores brasileiros (14.370.541 eleitores), segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) referentes a abr.2010. É o 2° Estado em n° de eleitores, perde apenas para São Paulo – que tem 22,41% do eleitorado, equivalente a 30.044.141 eleitores.

Como se ganha no 1º turno?
Para ser eleito no 1° turno, candidatos a governador, presidente da República ou prefeito (de cidades com mais de 200 mil eleitores) precisam obter, pelo menos, 50% mais um dos votos válidos.

Votos válidos, segundo a lei brasileira, são apenas aqueles dados aos candidatos. Votos nulos e em branco não são considerados válidos.

Para saber se há chance de uma eleição terminar no primeiro turno, basta verificar se o candidato que está em 1º lugar nas pesquisas registra um percentual superior à soma dos percentuais de todos os seus adversários.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

A importância das férias para a aprendizagem

Atualmente as crianças têm tido uma vida bastante atribulada, repleta de horários e compromissos: a escola, os esportes, os cursos extras (inglês, informática, artes), médicos, enfim, a agenda da criançada mais se parece com a de um profissional bastante ocupado.


Sem tempo para viver a infância e brincar, sofrendo pressões para as quais ainda não está preparada, a criança acaba estressada, correndo o risco de adoecer. Há menos espaço para a leitura, para o sonho, para a música, para o teatro, para a arte e para, simplesmente, brincar e fantasiar. A brincadeira ajuda a desenvolver a noção espacial e corporal, a capacidade de solucionar problemas, a criatividade, a imaginação, a autonomia entre tantas outras habilidades essenciais para um desenvolvimento cognitivo saudável.


Ao observar uma criança brincando, o adulto pode compreender:


· Como ela vê e constrói o mundo;


· Como ela gostaria que fosse a sua realidade;


· Suas limitações e dificuldades na brincadeira com o outro;


· O que a preocupa e os problemas que a cercam.


É preciso que as famílias e as escolas preservem o espaço da brincadeira, tão importante para o desenvolvimento social e cognitivo das crianças. Durante as férias esse espaço pode ser proporcionado desde que os pais estejam atentos aos programas realizados pelos filhos. A função dos pais não é a de escolher os programas, porém, orientar e mediar às atividades. Não é recomendável que as crianças passem muitas horas na LAN HOUSE e nem que esta atividade vire rotina durante as férias.


Algumas brincadeiras e atividades estimulam o cérebro das crianças e ajudam no desenvolvimento delas, tais como, atividades com movimento que auxiliam na oxigenação do cérebro e movimentar-se é muito importante não só para o funcionamento corporal, cerebral e emocional, mas também para facilitar o aprendizado. Com o movimento e a brincadeira a criança faz representações mentais e essas, são fundamentais para a organização do raciocínio e a construção do conhecimento. Boas Férias!!!


Editado por: Adão Maximo Trindade

Graduando em Pedagogia

IMPERALISMO

Fenômeno típico do século XIX, o Imperialismo ou Neocolonialismo demarcou o processo de expansão do capitalismo industrial pela Europa. Nesse período, as nações europeias precisavam de um volume cada vez maior de matéria-prima e buscavam a conquista de novos mercados consumidores que pudessem reverter a produção industrial destes países em lucro. Com isso, regiões dos continentes africano e asiático começaram a ser o principal alvo dessa demanda das nações industrializadas.

Diferente da colonização desenvolvida na Idade Moderna, os neocolonialistas não tinham a obtenção de gêneros tropicais e metais preciosos entre seus maiores interesses. Os neocolonialistas pretendiam transformar a população local em um mercado consumidor regular de seus produtos e fornecedor de matérias-primas que estivessem ligadas à expansão dos maiores setores industriais e o desenvolvimento de novas tecnologias que reduzissem os custos de produção.

Outra diferença que pode ser destacada na era neocolonial gira em torno do papel assumido pelos Estados Nacionais imperialistas. No período moderno, os Estados Nacionais agiam nos espaços coloniais com o objetivo claro de expandir as suas riquezas. Já na fase imperialista, estes Estados promoviam o controle político das regiões colonizadas para que as grandes empresas da nação pudessem conduzir e lucrar com a exploração econômica das riquezas disponíveis.

Para que esse projeto fosse viável, devemos levar em conta que o crescimento da população europeia teve um importante papel. O crescimento demográfico estimulava os europeus a se mudarem para estas regiões afro-asiáticas em busca de oportunidades econômicas. O excedente das grandes metrópoles do Velho Mundo acabava arcando com os impostos e a manutenção de contingentes militares que garantiam a dominação dos locais colonizados.

Mesmo tendo várias justificativas de cunho econômico, a ação imperialista também obteve suporte na obra de intelectuais que defendiam a presença europeia nessas localidades. Os ideólogos do neocolonialismo diziam que os europeus deveriam ocupar a Ásia e a África para que levassem consigo os hábitos, aparelhos e instituições que “melhorassem” a condição de vida daqueles povos muitas vezes taxados como “primitivos”, “selvagens” ou “atrasados”.

Apesar da presença desse discurso altruísta, a ação imperialista também veio acompanhada por violentos conflitos entre os nativos e os povos dominadores. No contexto europeu, também devemos destacar que a disputa por essas áreas produziram conflitos políticos e uma opulenta corrida armamentista entre as grandes potências. Por fim, o interesse desenfreado pelas regiões neocoloniais acabou motivando as duas terríveis grandes guerras mundiais que marcam o século XX.

Editado por: Adão Maximo Trindade
Graduando em pedagogia

sábado, 10 de julho de 2010

A verdadeira Autoestima. Exercitando a Confiança em Nós Mesmo.s

Todos nós em algum momento já ouvimos falar a respeito da importância de termos autoestima, ou seja, aquilo que é, basicamente, a estima ou o cuidado conosco mesmo, pontos fundamentais para nos reafirmar como pessoas capazes de cuidar de nós mesmos e, consequentemente, construirmos caminhos para conseguirmos ser verdadeiramente felizes.

Contudo, o que em geral não é compreendido é o fato de não sabermos ao certo o que realmente caracteriza a autoestima. No caso, não se pode entender a autoestima sem a ela ligarmos a autoconfiança e é aqui que normalmente temos falhado muito.

Isso pode parecer bastante lógico num primeiro momento, pois uma pessoa que não confia em seu potencial não tem a mínima afeição por si mesma. O que se pode ter aqui é uma pessoa que sente pena de si mesma, sentindo-se menor que as demais e, desta maneira, as características da autoestima praticamente desaparecem.

A autoconfiança precisa ser trabalhada dentro de nós todos os dias. Não é agir inconsequentemente e nem fazer vistas grossas a setores de nossas vidas que precisam ser cuidados, mas dar-se o direito de, pelo menos, tentar se superar sempre e, ainda que não consiga satisfazer os desejos e as expectativas da maioria, ter a certeza que o melhor de cada um de nós foi doado e é isso o que realmente deve importar a nós.

É comum pensarmos que a pessoa que tem elevada autoestima é geralmente uma pessoa egoísta que não considera o ponto de vista de outro. Entretanto, isso é um engano, pois ter a autoestima bem trabalhada nada tem a ver com sermos egoístas, mas está intimamente ligado ao grau de conhecimento que temos de nós mesmos, ou seja, conhecemo-nos tanto que sabemos que ninguém é melhor sozinho e que se deixar acompanhar pela multiplicidade de visões é a melhor maneira de construirmos nossa própria identidade.

A pessoa que confia em si mesma dificilmente se sentirá sozinha, pois, de uma maneira geral, pode-se dizer que nós somos a melhor companhia para nós mesmos e, além disso, a tendência é que a pessoa que confia em si mesma sempre se verá em companhia de outras pessoas, pois é muito bom estarmos perto de quem transmite, além de confiança, muita autoconfiança a quem estiver por perto

Entretanto, jamais poderemos deixar de refletir sobre a importância de exercitarmos o relacionamento interpessoal, ou seja, o relacionamento entre nós e as demais pessoas, pois nada melhor do que podermos construirmos nossa identidade aprendendo com o outro, uma vez que a aprendizagem de vida é muito semelhante ao que vemos em sala de aula, ou seja, o conhecimento sendo construído em conjunto, em interação.

Muitas são as vezes que a nossa autoconfiança tende a ser abalada por circunstâncias externas, uma vez que o mundo quer que sejamos como os super-heróis, nos quais a força é insuperável. Ora, bem sabemos que a superação deve acontecer dentro de cada um de nós e não sobre outras pessoas e nem ao menos para satisfazer anseios de quem tiver algum tipo de relacionamento conosco.

O autoconhecimento também é um ponto fundamental para continuarmos mesmo depois de uma aparente frustração, ainda que o risco para que esta aconteça diminui-se muito depois de nós termos um relacionamento intrapessoal, ou seja, melhor nos relacionarmos conosco mesmo.

Contudo, se mesmo após o exercício do autoconhecimento vier a frustração, aquele que tiver realmente uma autoestima bem alinhada à autoconfiança saberá que é perfeitamente possível levantar-se, sacudir a poeira e tentar mais uma vez e, se mesmo assim o objetivo não for alcançado, saberá que o melhor de si foi doado e isto certamente servirá de conforto para tal pessoa.

Desta forma, é um convite muito agradável nós aprendermos a cultivar a nossa autoestima e a confiança em nós mesmos, confiança esta que pode se dar também no momento de se contornar o que deu errado ou o que não se deu do jeito que desejávamos, e assim, termos a flexibilidade em todos os momentos de nossas vidas.

Editado por: Adão Maximo Trindade - Graduando em Pedagogia