sábado, 12 de junho de 2010

ETICA

A ética estuda as atitudes humanas relacionadas à sua natureza, objetivando a procura de respostas acerca de regras morais e de direito, identificação de comportamentos humanos corretos e incorretos bem como a diferenciação destes, a procura pela perfeição humana buscando a realização desta perante seus valores e suas crenças.

É utilizada no processo educativo na finalidade de conscientizar uma pessoa sobre seus direitos e deveres para com a sociedade, na economia para estabelecer valores relacionados a princípios morais e regras, na ciência como forma de lidar com a vida com respeito e de maneira responsável e em outras áreas desempenhando papéis de suma importância.

A ética estabelece um compromisso entre seres humanos, pois utiliza a essência interior, ou seja, utiliza sua formação de caráter para determinar suas características. Desta forma, a ética é construída com base naquilo que é necessário e/ou exigido pelo homem colocando-o a frente de seus próprios limites morais.

Sua importância na sociedade é reconhecida, porém questionada às vezes por conflitos gerados entre a valorização da vida ou da propriedade privada. Apesar de alguns conflitos, a ética auxilia a boa vivência do homem perante a sociedade ajudando este a se comportar de forma correta em face de outras pessoas e ainda a formular suas próprias idéias fundamentais sem que se corrompa posteriormente, tornando-se assim um cidadão de idéias firmadas na moral, nos bons costumes e na dignidade.

Por: Adão Maximo Trindade

Graduando em Pedagogia

terça-feira, 8 de junho de 2010

Estresse Infantil

Estresse infantil: pais desconhecem o que deixa os filhos preocupados: Um novo estudo mostra que os pais não estão atentos aos sinais de estresse nos seus filhos.

489190 sxc Estresse infantil: pais desconhecem o que deixa os filhos preocupados

Estudos feitos pela Academia Americana de Psiquiatria (APA) mostram que há uma grande distância entre pais e filhos: os fatores que as crianças indicam como sendo os focos de suas preocupações nem sempre são enxergados, pelos pais, como algo que poderia estressá-las. Isso pode ter repercussões em longo prazo na saúde física e mental desses indivíduos.

Os estudos acompanharam crianças e adolescentes entre 8 e 17 anos, que indicaram que suas maiores preocupações, entre outras coisas, eram sobre seus afazeres escolares, o que pensar do futuro acadêmico e sobre as finanças da família. Esses indivíduos também reportaram sofrer de dores de cabeça constantes, problemas para dormir e dores ou complicações estomacais. Mas o que surpreendeu os pesquisadores foi a total falta de conhecimento, por parte dos pais, sobre os problemas dos filhos.

Apenas 13% dos pais entrevistados notaram o estresse nos filhos

Durante o estudo, uma em cada três crianças (mais de 30%) indicou ter tido dores de cabeça no mês anterior à pesquisa, assim como 44% indicaram problemas com o sono. Mas apenas 13% dos pais associaram essa condição a fatores ligados ao estresse.

Mais da metade dessas crianças indicou também ter grandes preocupações na vida, mas apenas 3% dos pais achavam que seus filhos estavam com algum nível de estresse avançado. Um ponto intrigante foi o fato de que aproximadamente 30% dos filhos se diziam preocupados com a situação econômica da família, fato desconhecido por 82% dos pais.

O estresse crônico, lembra Katherine Nordal, uma das pesquisadoras envolvidas com as pesquisas, pode levar a transtornos mentais assim como piorar a saúde dessas crianças e adolescentes. Para a pesquisadora, é importante que os pais verbalizem o fato de que estarão lá para ouvir os filhos sobre seus problemas e tranquilizá-los quando possível.

Os pais precisam demonstrar a intenção de se preocuparem com o que aflige seus filhos. Se os pais não são receptivos, as crianças acabam sofrendo mais ainda com os problemas que enfrentam”, diz Nordal.

É interessante observar também que entre os pais, as mulheres foram as que demonstraram os maiores níveis de estresse: 15% das mães, contra apenas 3% dos pais, apresentaram níveis de estresse altíssimos (nota 10 dos 10 pontos possíveis na escala usada). Além de insônia e desregulação dos hábitos alimentares o estresse pode levar a problemas dentro do relacionamento conjugal e entre a família, incluindo os filhos.

Estresse infantil diário: pesquisa aponta urgência na prevenção desse mal contemporâneo


1192397 aa Estresse infantil diário: pesquisa aponta urgência na prevenção desse mal contemporâneo Pesquisadores da Universidade de Málaga, Espanha, criaram um método chamado “Inventário de Estressores Diários” (IIEC, sigla em espanhol), que visa ajudar a reconhecer crianças em idade escolar que sofram de estresse infantil crônico. De acordo com os especialistas, preocupações como aparência física, ter muitas atividades extra-curriculares e ficar sozinho durante muito tempo em casa são alguns dos fatores que aumentam o risco das crianças sofrerem com o estresse.

“O inventário deixa claro a necessidade de ferramentas específicas que deem conta de medir o estresse diário entre as crianças”, diz Maria Trianes, autora principal do estudo que resultou no desenvolvimento do IIEC, e que foi publicado no periódico científico espanhol Psicothema. O IIEC lista 25 situações diárias e foca os dados relativos a saúde, escola, família e relacionamentos com outras crianças. Pais e professores também participam da avaliação, apontando suas próprias observações sobre as crianças. Soma-se a isso análises de indicadores hormonais (níveis de cortizol ao despertar pela manhã) o que ajuda a acompanhar mudanças emocionais diárias.

“O IIEC pode apresentar informações valiosas para o desenvolvimento de técnicas de intervenção psicoeducadionais e que contribuam para melhorar a interação durante o período escolar, encorajando as crianças a desenvolver maneiras de gerenciar o estresse do dia a dia, e ao qual estão expostas”, afirmam os pesquisadores.

Pouca atenção para o problema

O estudo acompanhou mais de mil crianças com idade entre 8 e 12 anos de diversos níveis sócio-econômicos. “São poucos os estudos sobre estresse infantil diário ou que procurem entender a dinâmica desses grupos específicos de crianças e adolescentes”, diz Trianes.

O estresse infantil crônico tem sido uma área que começou a ser estudada a pouco mais de 20 anos. Os especialistas afirmam que o estresse leva crianças e adolescentes a desenvolver sintomas de depressão, ansiedade, transtornos do sono e alimentares, levando ao desenvolvimento de comportamentos desequilibrados e que se refletem no desempenho acadêmico. Além de tudo isso, há também diversas consequências para a saúde física.

“A prevenção e o tratamento efetivo desse tipo de estresse com certeza terá impacto positivo na saúde mental e no desenvolvimento pessoal durante a infância e adolescência”, conclue Trianes.


Editado Por: Adão Maximo Trindade - Graduando em Pedagogia

Obs: Os pontos grifados e negritados, são de minha responsabilidade.



domingo, 6 de junho de 2010

O Aluno Desmotivado e a Intervenção do Professor Educação Profissional na sala de aula

Todo professor que está em constante contato com alunos jovens sabe que alguns deles têm medo da competição do mercado de trabalho, o que, muitas vezes, acaba sendo mascarado pela agressividade e/ou falta de interesse pelas atividades desenvolvidas em sala de aula.

Tais alunos ao serem questionados pelo professor sobre qual profissão pretendem atuar num futuro que está cada vez mais próximo deles, preferem não responder e, quando emitem alguma resposta, tendem a dizer que “não estão nem aí para o mercado de trabalho” ou que “vão dar um jeito quando for momento de ter de trabalhar em algum lugar”.

Nossos jovens alunos estão muito confusos sobre qual carreira devem seguir e o pior é que alguns deles não têm nenhuma perspectiva positiva sobre seu futuro profissional. Isso acontece, na maioria das vezes, porque diariamente ouvem seus pais ou um adulto próximo reclamarem da má situação do mercado de trabalho, das muitas dificuldades que há para conseguir fazer um curso superior, da instabilidade na carreira e do grande número de pessoas desempregadas.

Palavras assim ditas com veemência e continuidade podem desestimular e amedrontar muitos de nossos alunos, sendo que, de uma forma ou de outra, todos eles vão ter de exercer alguma atividade remunerada no futuro, quando precisarem se assumir como responsáveis pelo próprio sustento. Nós, enquanto pais e professores, precisamos encorajá-los em relação ao seu futuro profissional e não podemos de forma nenhuma contribuir para um comportamento negligente por parte deles em relação ao que vão querer para as suas vidas profissionais.

É conveniente os fazermos entender que o medo, o receio e a negligência não diminuirão a necessidade que dia menos dias vão ter de trabalharem e manterem a si mesmo dentro de suas próprias necessidades.

Uma maneira de o professor fazê-los compreender que, não obstante as suas realidades atuais ainda há possibilidade de fazerem um curso de nível superior, é a solicitação de pesquisas de diversos cursos universitários, integrando-os, desta forma, com o assunto que algumas vezes eles preferem fingir que não existe. É importante ressaltar aqui que não há uma idade específica para começar a falar sobre profissão com os alunos que estão sob nossas responsabilidades, pois quanto mais jovem o aluno for, melhor será para ele entender a realidade que o cerca em relação à escolha de uma profissão.

Professor, saiba que ao solicitar pesquisas sobre cursos superiores ou técnicos aos alunos, é possível que alguns deles manifestem-se dizendo que nunca terão condições financeiras para cursar uma boa faculdade. Professor, acredite, são estes os alunos que mais precisam de seu apoio e incentivo, não os deixem continuar alimentando um pensamento tão negativo assim em relação ao futuro profissional que poderão ter por intermédio de um curso de nível superior. Diga a eles que nenhuma situação ruim precisa se perpetuar, pois se hoje as condições financeiras de seus pais ou os responsáveis não são favoráveis para permiti-los pensar no financiamento de um curso superior, esta realidade poderá ser moldada com algumas estratégias, sendo que a primeira estratégia é acreditar que toda realidade pode ser modificável, basta querer e direcionar esforços para que isto realmente aconteça.

Apresente aos seus alunos exemplos de pessoas que mesmo sem condições financeiras conseguiram ser bem-aventuradas em suas vidas profissionais. Fale a eles que havendo preparação, eles serão capazes de passarem em quaisquer vestibulares e, com isso, serem bem recebidos em quaisquer instituições universitárias. Faça uma pesquisa na internet sobre sites com conteúdos mais solicitados em vestibulares e apresente-os, de maneira que eles saibam em quais sites eles podem conseguir informações seguras para tal finalidade. Não deixe a falta de esperança criar raízes em seus alunos, pois ainda que eles sintam-se desmotivados, certamente você conseguirá influenciá-los a pensar melhor sobre a profissão que poderão ter.

Contudo, não os prepare apenas para passar num vestibular, pois desta forma você correrá o risco de engessá-los. Prepare-os para saber se posicionar criticamente diante da realidade que se apresenta, prepare-os para dar novos rumos a caminhos que já estão cursando, prepare-os para o mundo e não apenas para o vestibular.

Fazendo isso, certamente você, professor, ampliará os horizontes e as expectativas de seus alunos, uma vez que eles verão que há oportunidades tanto para um quanto para outro, independente da atual situação financeira que possivelmente estejam vivendo.

Por: Erika de Souza Bueno Consultora-Pedagógica de Língua Portuguesa do Planeta Educação. Professora de Língua Portuguesa e Espanhol pela Universidade Metodista de São Paulo. Articulista sobre assuntos de língua portuguesa e família. Editora do Portal Planeta Educação (www.planetaeducacao.com.br).

Editado por: Adâo Maximo Trindade -

Graduando em Pedagogia

sexta-feira, 4 de junho de 2010

DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

Preservar o meio ambiente é muito importante para que possamos ter um planeta saudável e rico em recursos naturais no futuro.


Vamos aproveitar este dia e listar quantas ações podemos fazer para colaborar na preservação do meio ambiente. Se todo mundo fizer um pouquinho, podemos contribuir um montão para o mundo!

Segue algumas medidas que podemos facilmente tomar em casa e na escola:

Água

· Escovando os dentes - desligue a água enquanto faz a escovação.

· Lavando a louça - desligue a água enquanto ensaboa pratos, copos, talheres e panelas.

· Tomando banho - nada de banhos muito longos e quando estiver se ensaboando, desligue a torneira.

Energia

· Desligue as luzes - ao sair do seu quarto, sala ou cozinha não esqueça de apagar as luzes.

· Desligue aparelhos eletrônicos - não deixe a televisão, rádio ou computador ligado caso não esteja sendo utilizado.

· Ar condicionado - utilize com moderação!

· Lavando roupa suja - dedique dias da semana para lavar a roupa. Assim você utiliza a máquina de lavar em sua capacidade máxima, economizando energia e água ao mesmo tempo.

· Passando roupa - também dedique dias da semana para passar roupa. Evitando assim, o liga e desliga.

Lixo

· Coleta seletiva - tenha uma atitude bacana. Programe a coleta seletiva na sua casa. É muito fácil, basta separar os lixos em: material orgânico, papel, metal, vidro e plástico.

Desta forma, você estará fazendo uma grande contribuição à mãe natureza, já que este material será reciclado, ou seja, será reaproveitado para a fabricação de novos produtos.

Transportes

As emissões de gases emitidos pelos transportes é muito nociva para a nossa atmosfera. Mas podemos tomar algumas atitudes para contribuir na diminuição da emissão de gases.

· A caminho da escola - Utilizar os transportes coletivos é sempre mais saudável para o planeta. Por isto, quanto mais gente utilizar um mesmo veículo melhor. Se você vai de carro para a escola, que tal combinar um rodízio com os colegas que moram perto! Além de ser uma atitude consciente, você aproveita e faz novos amigos!

Por: Adão Maximo Trindade
Graduando em Pedagogia